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Jornalismo

sexta-feira, dezembro 03, 2010

Filho é morto a tiros no lugar do pai em Pilar

02 de Dezembro de 2010Alberto Lima/Alagoas 24 horas
Danísio do Nascimento Reis, 23, morreu no lugar do pai.
Danísio do Nascimento Reis, 23, morreu no lugar do pai.
“Não era para o meu filho, era pra mim”. A frase é de um pai que viu o filho morto com vários tiros na noite desta quinta-feira (2). O crime aconteceu por volta das 21 horas, no Conjunto Edite França, na Chã do Pilar, na cidade do Pilar.
Danísio do Nascimento Reis, 23, estava em frente à casa de um amigo quando recebeu os disparos e morreu na hora. Mesmo sendo uma área bastante movimentada, ninguém informou à polícia detalhes dos autores dos disparos.
Em entrevista ao Alagoas 24 horas, o pai da vítima, identificado como Djalma Luiz Reis Filho, 42, afirmou que as balas tiveram endereço errado. “Eu tenho uma pessoa que não gosta do meu trabalho na cidade. Sou responsável pelo palhoção da prefeitura, onde são realizadas as serestas, e um cara falou para algumas pessoas, que eu iria morrer, como não conseguiu, matou o meu filho”, disse Djalma, que é funcionário público municipal no Pilar, ele não quis revelar o nome do acusado.
O sargento Duarte, do 8° Batalhão de Polícia Militar, esteve no local realizando os primeiros levantamentos.

Um comentário:

  1. "A lei que institui um programa nacional de combate a determinado mal e que, posta em execução, não resolve o problema, mostrando-se impotente para o fim a que se destinava, carece de eficácia." (Paulo Nader.)



    Onde está o erro? Lamentavelmente, não sei.
    Mas arrisco-me...

    Nossos legisladores não são 'homens do Direito', vejamos Tiririca, por exemplo.

    A população se omite como um rebanho de ovelhas berrantes manipulado por 'lobos-maus'.

    Nossas autoridades? Ah, estas nos parecem estar irremediavelmente agarradas aos discursos do tipo: ainda não temos suspeitos, ou o inquérito ainda está sendo apurado.


    Enfim, caros leitores,enquanto não for observado este e outros atributos da lei que, atualmente, nos parecem utópicos, continuaremos a viver neste caos.

    Ainda há tempo, sempre há tempo, já dizia o filósofo.


    Evandro Diniz de Medeiros, caicoense e leitor assíduo do 'O Câmera'.

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